Alves explicou que a pauta está trancada, por isso não será possível votar o projeto neste mês. Já a CNM (Confederação Nacional dos Municípios), acredita que o impacto nos municípios pode gerar problemas.
O presidente da Câmara afirma ter ouvido do ministro Padilha que a proposta não gera custo para o governo. Anteriormente, durante audiências públicas que discutiu a proposta, representantes do próprio governo manifestaram preocupação com o impacto que o piso causaria no Sistema Único de Saúde (SUS).
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